terça-feira, 17 de janeiro de 2017

Para estes dias muito frios ...


... tenho optado por calças bem justas (vulgo, leggings ) que uso por dentro das botas e por camisolas/ blusas de lã, soltas e compridas - como todas sabemos, uma das exigências incontornáveis  deste tipo de calças

Quanto às cores, vario pouco e fico-me pelo preto, pelo cinza, pelo branco ou bege e pelo castanho.

Noentanto, no site da Zara online vi uma destas camisolas (extra large) em vermelho e achei-lhe graça.
Hoje passei pela loja que continua numa assustadora confusão de saldos.
Lá ao fundo, num cantinho, dei com as novidades.
Procurei a camisola/ blusa vermelha, mas não a encontrei.
Em contra partida achei esta, em marfim, fofa e macia.
Escolhi um M, que só experimentei em casa.


Está perfeita ...

... leve e confortável ...

... com este detalhe na manga - um laçarote inesperado.

É claro que vou ficar com ela!



Aproveito para mostrar o lenço enorme, com padrão "selva", que eu própria confeccionei a partir de um retalho,
como em tempos referi.
É apenas um pormenor, mas alegra qualquer conjunto.


Um último apontamento da camisola / blusa de amplas mangas e laçarote no braço.

Acho-lhe graça!
Mais ... gosto verdadeiramente dela!

Amanhã procuro a vermelha que não sou pessoa dada a este tipo de esquecimento!

Beijo
Nina

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Compras


Porque nem só de panelas se fazem as compras, trouxe umas coisitas mais.
A saber:




Esta Moschino  que tenho usado sem interrupção ...

... porque a cor combina com tudo, porque é espaçosa, porque é leve, mas, principalmente porque é linda até  mais não!

Veio de Andorra onde a colecção  era uma perdição, onde tive vontade de pecar e comprar mais que uma, mas onde me controlei.
Ficou o pretexto para voltar!


Para os meus pezinhos difíceis que exigem conforto, descobri  ...



Estes botins!

Alegres, modernos e, principalmente, muito confortáveis.

Agora que temos muito frio e nenhuma chuva é a altura certa para os calçar - e brilhar!


Botins, mala, écharpe e o meu Prada de sempre tornam ameno este frio polar.

Portanto, se / quando virem na rua estes cintilantes botins, esta Moschino interessante, a écharpe oncinha ( como dizem os nossos amigos brasileiros) e a fragância a íris, não tem que enganar - sou eu!

Beijo
Nina

domingo, 15 de janeiro de 2017

GRANDS SITES DE FRANCE


Gosto pouco de aeroportos e ainda menos de aviões. Por isso privilegio o automóvel desde que o tempo disponível o permita e as distâncias a percorrer sejam desafios aceitáveis.
Nada como  o conceito de road trip!
É uma liberdade, um repouso sem igual!

Nos últimos dias de Dezembro, como já antes referi, foi de carro, por essas estradas fora que me desloquei e, percorrendo o sul de França, atingi Sanremo, em Itália.
Durante o percurso apenas delineado - nada de reservas fixas ... - as paragens foram surgindo ao sabor do impulso.

Foi assim que,chegados a Nîmes, permanecemos 2 dias, 1 na cidade e outro nos arredores, concretamente visitando a PONT DU GARD, uma construção romana verdadeiramente impressionante, como reza a Wikipedia:

"O aqueduto romano de Pont du Gard foi construído no século Ia.c. para fazer a passagem do aqueduto que levava a água para Nimes por cima do rio Gard. Esta ponte é composta por dois níveis.
O primeiro servia de estrada para pessoas e animais, e duas arcadas mais acima corria a água do aqueduto. A ponte tem 49 metros de altura e 275m de comprimento total, e encontra-se num impressionante estado de conservação."
Maiores detalhes podem ser consultados AQUI

Do local trouxe o registo fotográfico e um assombro imenso!


O aqueduto encontra-se protegido pelo limite de um parque vedado, custando a entrada 8,5€.

Nesse amplo espaço, encontra-se esta original série de esculturas, relativas à família.

A mãe, o filho, a flor ...

O casal e os filhos ...

Noutra perspetiva ...

...e ainda noutra!
Muito interessante!

Depois surge o aqueduto, impressionante na sua grandeza.


Eram 4 horas, mas o sol começa a esconder-se ...

À noite, o aqueduto é iluminado por potentes holofotes.

Nesta ângulo, a ligação das duas margens do rio Gard

Difícil eliminar imagens porque todas documentam a grandiosidade do monumento

O rio Gard

Outro ângulo ...

...e outro ...

...e ainda outro.

A Europa é rica em vestígios e monumentos deixados  durante a Romanização e vale mesmo a pena efectuar uma pesquisa prévia acerca do roteiro delineado, porque a oferta é realmente magnífica.
Tantas vezes já realizei o percurso pelo sul da França e, inacreditavelmente, nunca descobrira este espantoso e único testemunho.
Aconselho uma pesquisa pelos GRANDS SITES DE FRANCE!

Compensa!
A resposta será encher a alma de espanto.

Beijo
Nina



sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Lousã, Serra da Lousã!


Tivemos uma sexta-feira de sol que convidava a passear.
 Pensei, pensei e decidi inverter a minha tendência de sempre, aquela que me condiciona ao norte, ao meu amado norte e, por uma vez, escolhemos o sul ( o centro, para ser geograficamente rigorosa). Escolhemos Coimbra, por onde passo muitas vezes, mas onde não paro há muitos, muitos anos.

Consultando o Trip Advisor, escolhi um restaurante para almoçar, o primeiro numa lista dos 10 melhores - O Burgo!
Telefonei e reservei mesa. Pedi ainda indicações acerca do trajecto:
-Venha até à Lousã e depois siga as setas que indicam o castelo - informaram-me.

Lousã?
Nunca aí estive.
Fomos! 

Sempre por autoestrada, fazem-se os cerca de 30 Km de desvio , sem dificuldade.
Depois de entrar na vila - maior do que eu imaginava - chega-se ao castelo que espreita na floresta.
O lugar é lindo, de uma paz invulgar.

Estava muito frio no alto da serra ...

... mesmo para quem como eu estava bem equipada.

Demos uma volta em redor do castelo ...

... que, infelizmente, não permite o acesso ao seu interior.

O Burgo localiza-se ao fundo de uma rampa íngreme e, do castelo, adivinha-se a sua silhueta por entre as árvores.


É aquela casa branca!

Sendo a Serra da Lousã uma área protegida há que respeitar as regras.


Achei oportuno este conjunto de avisos.

Junto ao restaurante, um conjunto de piscinas naturais, muito frequentadas no Verão:



Hoje, praticamente despejada, era ainda assim uma moldura mais que perfeita para O Burgo


Exteriormente, este o aspeto ...

Lá dentro, uma sala rústica, com lareira acesa e uma parede envidraçada sobre a bela paisagem.
 
 A comidinha, excelente ...


Optámos por provar um pouquinho de cada prato, numa selecção a que chamam Rapsódia ...


E Rapsódia foi também a sobremesa.

A seguir impunha-se uma passeio, que foi lindo.
Eis as imagens:



O castelo lá no alto ...

.. e, ao longo de um passadiço, o curso de água que alimenta as piscinas ...


... com cascatas ...

... com pontes ...


... com a paz que torna este lugar verdadeiramente paradisíaco.

Considero que foi uma descoberta muito feliz!
É que, às vezes, as indicações do Trip Advisor são decepcionantes.
Não desta vez, repito.
O restaurante é excelente e quero repetir.

É claro que não deu tempo para visitar o centro da cidade de Coimbra.
Fica para uma próxima vez.

Beijo
Nina

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Muffins de banana



Aprendi que as bananas, quando se aproximam perigosamente do ponto sem retorno, isto é,  quando o seu destino é o caixote do lixo , aprendi - dizia - que podem perfeitamente ser congeladas aguardando utilização.

Estas, as 3 de que me servi, foram congeladas inteiras e com casca, mas deduzo que a melhor maneira será descascá-las, cortá-las em pedaços e só então as congelar.
Se congeladas inteiras e com casca exigem um tempo à temperatura ambiente para que a casca seja retirada facilmente.

Posto isto, voltemos à história:
Era uma vez 3 bananas que, muito tristes, se mantinham congeladas feitas pedra.
Hoje, dando a volta semanal aos recursos guardados no frio, dei com elas e decidi dar-lhes destino.
Muffins! Era o que me apetecia.
E muffins se tornaram, assim:



Fofos, perfumados e tostadinhos.

Tudo muito fácil com forminhas de papel - nada de untar e (depois) lavar formas de metal .

A massa rendeu 12 muffins!

Que vão desaparecer num instante.

A receita?
Ei-la!
Fácil, fácil, como eu gosto:

3 bananas
150 g açúcar
1 ovo
75 g manteiga
200 g farinha
1 c.chá de fermento
1/2 c. chá de bicarbonato
1 pitada de sal

Bater as bananas com o açúcar até resultar numa pasta homogénea;
Juntar o ovo;
Juntar a manteiga;
Juntar a farinha com o fermento, o bicarbonato e o sal;
Bater bem;

Verter em forminhas individuais e assar 30 minutos a 180 g.

Pronto!
Para acompanhar o chá, o café, o sumo ... ou para não acompanhar nada e comer assim mesmo se apetecer, que ninguém é de ferro e morra Marta, mas morra farta ...

Beijo
Nina

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

St-Tropez




Estive em St-Tropez.
 Aliás foi aí que passei a Passagem de Ano.
 Aí,  onde fui revistada, bem como todos os passeantes, por medida de segurança.

Mas não vi a Brigitte Bardot.
Que pena!!!

O certo é que existe toda uma magia que associa  esta terrinha no sul de França à diva dos anos 50, 60.
Era linda. Era tão linda! Era perfeita!

Vi-a há uns anos num programa num canal francês, defendendo os direitos dos animais -  a principal causa na sua vida.
 Causa nobre.
Só que agora - o tempo cruel passou e ela está irreconhecível.


St-Tropez, junto ao mar, vive do mar, o mar é a sua razão de ser.
Na marina, impressionantes barcos de recreio e outros, não tão impressionantes.


... como estes.

Junto à Marina, os restaurantes ...


... muito mais simples do que se poderia supor ..

... e mais barcos e mais veleiros ...

Como andarilha .- gosto muito de passear a pé ... - segui trilhos e vi praias, praias insignificantes se comparadas com a magnificiência do nosso Algarve - e não estou a ser bairrista, não senhor! Acho mesmo que no Algarve se encontram as melhores praias do mundo.



Do outro lado, na margem oposta do golfo fica St. Maxim.
Fui ver e lá encontrei uma feira de rua onde descobri (e comprei) maravilhas.

Depois, chegou a hora do almoço ...


... e foi nesta Creperie , na Marina ...

... que saciámos a fome... parece pouco, mas é excessivo e nem metade comemos.

Assim acabou a visita a St. Tropez - sem encontrar Brigitte Bardot.

Se calhar, num dia qualquer, dou de caras com ela no Algarve!

Beijo
Nina